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sábado, 17 de novembro de 2012

Países Emergentes

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Principais características dos países emergentes:
- Padrão de vida de grande parte da população entre os níveis baixo e médio;
- IDH (Índice de Desenvolvimento Humano): entre os níveis médio e alto;
- Renda per capita (PIB per capita) entre 5 e 8 mil dólares.
- Setor industrial em desenvolvimento;
- Crescimento da infraestrutura (portos, rodovias, aeroportos, ferrovias, etc.);
- Atração de capital externo para investimentos nos setor produtivo;
- Aumento da instalação de filiais de grandes empresas multinacionais;
- Crescimento positivo na geração de empregos;
- Taxas elevadas de formação de capital;
- Mudanças significativas e positivas na estrutura social e econômica da população: diminuição da pobreza e aumento da classe média baixa;
- Existência de processo de êxodo rural (migração do campo para os centros urbanos).

Renda:

Um dos problemas mais complexos de política econômica na aceleração do desenvolvimento é a tendência para piora na distribuição da renda.  Isto vem ocorrendo na China, na Rússia e na Índia, sendo o Brasil uma das raras exceções, apesar de opiniões em contrário.
A maior escassez no desenvolvimento são empresários ágeis e recursos humanos de alta qualificação, e o preparo destes envolvem um processo demorado de educação e treinamento.  A escassez relativa acaba provocando uma rápida elevação do ganho de alguns segmentos, enquanto a massa de trabalhadores demora mais para incorporar melhorias de rendas reais.
Por mais que as autoridades estejam cientes destes problemas, os descompassos acabam ocorrendo, pois nem tudo pode ser controlado pela sociedade, mesmo nos regimes autoritários.  O mercado é muito lento para resolver estes problemas, e nem sempre as autoridades são imunes às pressões de alguns privilegiados.

Empregos:



De acordo com a Pesquisa de Expectativa de Emprego da Manpower (Manpower Employment Outlook Survey) a expectativa de geração de empregos em mercados emergentes – China, Taiwan, Índia e Brasil – continua a ultrapassar o resto do mundo. A previsão indicada pelos empregadores do Brasil (Expectativa Líquida de Emprego de +37%) apenas atrás da China (índice de +47%), Taiwan (+40%) e Índia (+38%).
A consultoria ouviu aproximadamente 62 mil empregadores de 36 países, sendo 850 no Brasil. Nas Américas, os empregadores do país são os mais otimistas, com uma Expectativa Líquida de Emprego de +37%, três pontos percentuais abaixo do último trimestre, mas dezesseis pontos acima do mesmo período em 2009. No quarto trimestre de 2010, empregadores do setor de Finanças/Seguro e Imobiliário apresentam a maior expectativa de criação de empregos no período.

Na comparação regional, empregadores do Rio de Janeiro e do Paraná estão entre os mais otimistas do país dentre os pesquisados, ambos com Expectativa Líquida de Emprego de +41%. Nos demais estados e na cidade de São Paulo, o ritmo de contratações permanece alto.
Empregadores de 28 dos 36 países pesquisados pretendem aumentar sua força de trabalho de outubro a dezembro. Na comparação com o terceiro trimestre, a expectativa melhorou em 13 países. As únicas expectativas negativas estão na Grécia (-10%), Itália (-9%), República Tcheca (-2%), Espanha e Irlanda (-1%). Nas Américas, os dez países pesquisados apresentam otimismo em relação a novas contratações. Os Estados Unidos aparecem em último lugar no continente, com um índice de 5%, número que está seis pontos acima na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Moradia:



Com 12 milhões de pessoas que passam a morar sozinhas a cada ano no mundo, o número de lares com um único morador (também chamados de unipessoais) já é o maior da história e tem crescido a um ritmo acelerado, impulsionado principalmente por países emergentes como o Brasil.Segundo dados da consultoria americana Euromonitor, mais de 270 milhões de pessoas, ou quase 4% dapopulação mundial, moravam sozinhas em 2011, um crescimento de 27,6% na comparação com 2006 e de 77% em relação a 1996.O fenômeno demográfico – já observado em economias consideradas mais avançadas, como a Suécia e Noruega, que lideram o ranking – tem sido verificado agora nas nações emergentes, mas a um ritmo muito mais rápido.Atualmente, os países em desenvolvimento respondem por quase metade do lares unipessoais, ou 130,7 milhões de pessoas, contra 107,5 milhões em 2006, um aumento de 21,6%.Os mesmos dados revelam que mais de 10% dos lares brasileiros já são habitados por um único ocupante, contra 25% na Rússia e 7% na China. Em 1996, segundo a Euromonitor, essa taxa era 8% no Brasil, 20% na Rússia e 6% na China.Segundo Eric Klinenberg, professor de sociologia da Universidade de Nova York, que analisou por quase uma década o impacto do crescimento dos domicílios unipessoais nos Estados Unidos e no mundo, vários fatores explicam o fenômeno, entre eles o aumento da expectativa de vida, o crescimento no número de divórcios e a emancipação precoce dos jovens."Entretanto, nada disso seria possível sem a independência financeira. Por isso, não surpreende que países com altas taxas de crescimento econômico, como o Brasil e a China, sejam aqueles onde a população vivendo sozinha têm aumentado a um ritmo superior aos demais", disse Klinenberg à BBC Brasil.O sociólogo, que usa o termo singletons para identificar quem mora sozinho, ressalva que nem sempre a riqueza de uma economia é sinônimo de mais pessoas vivendo só. "Países árabes, como a Arábia Saudita, por exemplo, não apresentam taxas semelhantes por razões culturais", disse.De maneira geral, entretanto, a prosperidade econômica explica o fenômeno. Prova disso foi que, com a crise nos Estados Unidos, caiu o número de pessoas morando sozinhas – jovens, em sua maioria, que, sem dinheiro, optaram por voltar para a casa dos pais, afirmou o sociólogo.

Educação:

Comecemos com um exemplo de um emergente que domina o mundo globalizado atualmente. A China incorporou 300 milhões de camponeses indigentes á sua força de trabalho e à sociedade de consumo. Investe pesadamente na educação e formação de sua mão de obra. Envia numerosos estudantes de pós-graduação para universidades no ocidente. Os países em industrialização estão cada vez mais automatizados e informatizados fazendo com que o crescimento econômico só absorva uma pequena parcela da massa sem educação adequada. Neste ponto damos o exemplo da Índia que é um país emergente, mas incapaz de superar as barreiras seculares, a cultura de castas, etc. e que poderão ser quebradas apenas com altos investimentos na educação desde a base. O empreendedorismo deve ser um objetivo em todo o sistema educacional do Brasil, um emergente que já possui um dos dois pontos importantes para o desenvolvimento, a estabilidade. Falta priorizar o planejamento a longo prazo com foco no empreendedorismo desde a educação de base. Formar cidadãos que continuem a elevar o Brasil entre os emergentes e não entre os submergidos como Coréia do Norte, entre outros. A educação e conseqüente profissionalização são essenciais para os países emergentes promoverem um desenvolvimento sustentável aproveitando o uso dos recursos naturais a caminho da escassez e buscando reverter os efeitos provocados pelos países que se dizem desenvolvidos. Um exemplo no Brasil é o investimento da Petrobras em mecanismos de relacionamento com centro de pesquisas e ensino para formar mão de obra altamente qualificada, pois a demanda dessa mão de obra num país em desenvolvimento é muito grande. Também há a necessidade de se evitar a fuga de talentos atrás de iniciativas inovadores, de reconhecimento.

Saúde:

Governos de países emergentes estão sendo impelidos a adotar medidas para combater o avanço da obesidade, que atingiu níveis alarmantes em economias em rápido crescimento nas últimas três décadas.
Dados inéditos da Organização Mundial de Saúde (OMS), obtidos com exclusividade pela BBC Brasil, confirmaram que, assim como o rápido crescimento do PIB (Produto Interno Bruno), o sobrepeso e a obesidade dispararam em países como China, Índia, África do Sul, Brasil e México.
*Epidemia de obesidade

A prevalência da obesidade aumentou em países emergentes de forma muito mais rápida que a renda, e mais rápida do que em países desenvolvidos, ao longo das três últimas décadas.
No caso de países emergentes, falou Tim Lobstein, a mudança mais importante é a assim chamada "transição da nutrição", de uma dieta com alimentos básicos para uma dieta modernisada, que consiste em alimentos de nível energético muito maior.
Na China, estima-se que 100 milhões de pessoas sejam obesas, comparado a 18 milhões em 2005.
No Brasil a obesidade cresce mais rapidamente entre as crianças. Cerca de 16% dos meninos e 12% das meninas com idades entre 5 e 9 anos são hoje obesas no país, quatro vezes mais do que há 20 anos.
*Economia da nutrição
"Isso significa menos frutas e verduras, ou menos alimentos básicos como arroz e grãos, e mais gorduras, e açúcar e óleo. Estes vêm particularmente sob a forma de fast-food, refrigerantes", disse ele.
A demanda por calorias acessíveis e produzidas em massa disparou em países emergentes, particularmente dentro das classes emergentes, que hoje podem gastar mais de sua renda em comida.
Mas o professor Subramanian afirmou que a obesidade é um fenômeno que afeta principalmente as classes mais privilegiadas em países de renda baixa e média, e até em economias emergentes.



Segurança:

Nos países em desenvolvimento existe segurança mas mesmo assim o nível de segurança é menor do que nos países desenvolvidos.• Nos países em desenvolvimento é muito comum existirem assaltos e agressões com ou sem armas.• Mais do que nos países desenvolvidos e mais do que é favorável.


Crescimento da economia mundial

(Ecomimias Emergentes)


Resumo :


Nos países emergentes, tudo relacionado a moradia, emprego, educação saúde e renda estão crescendo de mm jeito lento para acompanhar o desenvolvimento dos países centrais, mais comparado aos países perífericos, a qualidade é ótima.

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