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Países Centrais‎ .

Os países desenvolvidos têm um crescimento da renda per capita que vai acompanhado de transformações no funcionamento do sistema econômico e... Read More

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Um dos problemas mais complexos de política econômica na aceleração do desenvolvimento é a tendência... Read More

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Nos paises subdesenvolvidos , há grande concentração de renda nacional em mãos de uma pequena parcela da população... Read More

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sábado, 17 de novembro de 2012

Países Centrais

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Características:

-Dominação econômica; 

-Apresentam estrutura industrial completa, produzem todos os tipos de bens; 

-Agropecuária moderna e intensiva, emprego de máquinas e mão-de-obra especializada. 

-Desenvolvimento científico e tecnológico elevado; 

-Modernos e eficientes meios de transporte e comunicação; 

-População urbana é maior que a população rural, são urbanizados. Exemplo: Inglaterra, EUA, Alemanha, etc. 

-População Ativa empregada, em principalmente, nos setores secundário e terciário. Exemplo: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha; 

-Pequeno número de analfabetos; 

-Elevado nível de vida da população; 

-Boas condições de alimentação, habitação e saneamento básico; 

-Reduzido crescimento populacional; 

-Baixa taxa de natalidade e mortalidade infantil; 

-Elevada expectativa de vida. 

Renda:

Os países desenvolvidos têm um crescimento da renda per capita que vai acompanhado de transformações no funcionamento do sistema econômico e, ao mesmo tempo, são observadas mudanças sociais, políticas e culturais que modificam ampliamente a estrutura social deste ou daquele país.

Até pouco tempo, o desenvolvimento estava vinculado somente ao crescimento econômico em termos de aumento do PIB (produto Interno Bruto) de um país, que, aliás, nos países desenvolvidos ultrapassa os 10.000 dólares/ano. Portanto supunha-se que todo o esforço deveria ser feito neste sentido. Verificou-se, porém, que a relação entre o aumento do PIB e a melhoria da qualidade de vida das pessoas não era verdadeiro em muitos casos. 

Empregos:

Hoje é possível dizer com segurança que o efeito da enorme quantia de 24 bilhões de dólares injetados pelos governos em bancos do mundo todo para salvar o sistema financeiro de um contundente “crack” acabou.
O dinheiro público dado pelos bancos e corporações no começo da primeira onda da crise, impulsionados pelos produtores através de injeções, especialmente no setor automobilístico, obteve como resultado uma recuperação temporária da produção. No entanto, hoje vemos que a mesma história se repete: novamente o pânico se espalha entre o setor financeiro e, outra vez, a indústria automobilística ocupa um lugar central na crise de produção.
Nos Estados Unidos, a produção industrial, em julho, caiu pelo segundo mês consecutivo. Nas grandes economias europeias, viu-se uma forte contração da produção industrial: na França (de -0,1% em junho em comparação com maio e de -2,6% em comparação com junho do ano passado), na Itália (de -1,4% e de -8,2%), na Grã-Bretanha (de -2,5% e de – 4,3%) e mesmo na Alemanha (-0,9% e -0,3%).
A queda ou forte desaceleração do crescimento já aparecera antes do que nos “estados de bem-estar”: houve uma queda da produção industrial no Brasil; e no que diz respeito à desaceleração na China, o que se discute é o seu “pouso forçado”, ou seja, o país asiático cairá lentamente ou de um só golpe? A queda nas exportações e importações é um indicador do agravamento da situação e os que melhor sentem isso são a Alemanha e a China.

O ciclo de recuperação temporária da produção acabou. A injeção de dinheiro público na maquinaria capitalista foi em vão, o motor do capital foi, mais uma vez, interrompido. Tem-se uma situação de crise semelhante a da primeira onda, mas aprofundada pelas medidas de austeridade que minam as demandas de consumo e funciona como um clássico ciclo vicioso de crises econômicas. Hoje existem dívidas onde antes havia dinheiro público. Este novo período se tornou um indicador crítico para as empresas líderes da economia europeia. Agora se diz o mesmo que se dizia sobre a Espanha, mas dessa vez sobre a França e até da Alemanha.

Moradia:

Os fatores atrativos da urbanização, em países desenvolvidos, estão ligados basicamente ao processo de industrialização em sentido amplo, ou seja, às transformações provocadas na cidade pela indústria, notadamente quanto à geração de oportunidades de empregos, seja no setor secundário, seja no setor terciário, com salários em geral mais altos. Essas condições surgiram primeiramente nos países de industrialização antiga, os países desenvolvidos. Nesses países, além das transformações urbanas, houve, como consequência da Revolução Industrial, também uma revolução agrícola, ou seja, uma modernização da agropecuária que, ao longo da história, foi possibilitando a transferência de pessoas do campo para a cidade, principalmente como resultado da mecanização da agricultura.
A urbanização que ocorreu nos países desenvolvidos foi gradativa. As cidades foram se estruturando lentamente para absorver os migrantes, havendo melhorias na infra-estrutura urbana – moradia, água, esgoto, luz, etc. – e aumento de geração de empregos. Assim, os problemas urbanos não se multiplicaram tanto como nos países subdesenvolvidos. Além disso, pelo fato de gradativamente haver um aumento nos fluxos de mercadorias e pessoas, o processo de industrialização foi também se descentralizando geograficamente. Como resultado, há nos países desenvolvidos uma densa e articulada rede de cidades.

Educação:

Nos países desenvolvidos as pessoas são mais "intelectualmente" preparadas, estudam mais o que leva a terem cuidados maiores com sua própria saúde, diminuindo o risco de contrairem doenças e aumentando a expectativa de vida.

Saúde:

Os Estados Unidos não têm um sistema público de cobertura universal na área da saúde. Existem alguns programas financiados pelo governo, como o Medicare, destinado à pessoas com mais de 65 anos, ou o Medicaid, para pessoas de baixa renda.
 Veteranos das forças armadas também estão cobertos por um programa do governo, assim como crianças de famílias pobres que não se enquadram nas exigências do Medicaid.
 Todas as pessoas que residem no Japão devem, obrigatoriamente, inscrever-se em um dos Seguros Públicos de Saúde. Estes sistemas baseiam-se no princípio de cooperação mútua, em que todos os segurados contribuem regularmente com taxas,  utilizando o Seguro de Saúde quando necessário.
 Há 2 tipos de Seguro Público de Saúde: O Seguro Social, intermediado pelas empresas, e o Seguro Nacional de Saúde, administrado pelos municípios.
 Na ocasião em que o segurado necessitar dos serviços de saúde, ele arca com 30% das despesas médico-odontológicas. O Seguro Nacional de Saúde banca o restante.
 NHS (National Health Service) é o sistema de saúde público na Inglaterra, o equivalente ao SUS do Brasil. Atende a 1 milhão de pacientes a cada 36 horas e é  considerado a maior estrutura de saúde pública do mundo.
 Devido ao seu tamanho gigantesco e complexidade, a qualidade dos serviços prestados poderá variar dependendo da região onde se mora. Como todo sistema público, o NHS também é alvo de críticas, mas as pesquisas mostram que a maioria da população inglesa se diz satisfeitas com o atendimento recebido.
 Mesmo não sendo modelo de Sistema de Saúde, são bem aceitos pela população, onde ninguém fica sem atendimento, e qualquer pessoa, incluindo aí imigrantes em situação irregular, tem direito ao atendimento de emergência gratuito caso sofram um acidente ou estejam passando mal.

Segurança:

Em países desenvolvidos…• Nos países desenvolvidos o nível de segurança é grande!• Mas a cada ano que passa o nível de segurança vai diminuindo cada vez mais!• E existem mais crimes...

Participação (%) do patrimônio dos fundos de investimento no PIB





Resumo:

Nos Países Centrais, tudo relacionado a moradia, emprego, educação, saúde e renda estão muitos elevados comparado aos outros, e toda essas elevações fazem os países centrais dominarem o mundo.


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Países Emergentes

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Principais características dos países emergentes:
- Padrão de vida de grande parte da população entre os níveis baixo e médio;
- IDH (Índice de Desenvolvimento Humano): entre os níveis médio e alto;
- Renda per capita (PIB per capita) entre 5 e 8 mil dólares.
- Setor industrial em desenvolvimento;
- Crescimento da infraestrutura (portos, rodovias, aeroportos, ferrovias, etc.);
- Atração de capital externo para investimentos nos setor produtivo;
- Aumento da instalação de filiais de grandes empresas multinacionais;
- Crescimento positivo na geração de empregos;
- Taxas elevadas de formação de capital;
- Mudanças significativas e positivas na estrutura social e econômica da população: diminuição da pobreza e aumento da classe média baixa;
- Existência de processo de êxodo rural (migração do campo para os centros urbanos).

Renda:

Um dos problemas mais complexos de política econômica na aceleração do desenvolvimento é a tendência para piora na distribuição da renda.  Isto vem ocorrendo na China, na Rússia e na Índia, sendo o Brasil uma das raras exceções, apesar de opiniões em contrário.
A maior escassez no desenvolvimento são empresários ágeis e recursos humanos de alta qualificação, e o preparo destes envolvem um processo demorado de educação e treinamento.  A escassez relativa acaba provocando uma rápida elevação do ganho de alguns segmentos, enquanto a massa de trabalhadores demora mais para incorporar melhorias de rendas reais.
Por mais que as autoridades estejam cientes destes problemas, os descompassos acabam ocorrendo, pois nem tudo pode ser controlado pela sociedade, mesmo nos regimes autoritários.  O mercado é muito lento para resolver estes problemas, e nem sempre as autoridades são imunes às pressões de alguns privilegiados.

Empregos:



De acordo com a Pesquisa de Expectativa de Emprego da Manpower (Manpower Employment Outlook Survey) a expectativa de geração de empregos em mercados emergentes – China, Taiwan, Índia e Brasil – continua a ultrapassar o resto do mundo. A previsão indicada pelos empregadores do Brasil (Expectativa Líquida de Emprego de +37%) apenas atrás da China (índice de +47%), Taiwan (+40%) e Índia (+38%).
A consultoria ouviu aproximadamente 62 mil empregadores de 36 países, sendo 850 no Brasil. Nas Américas, os empregadores do país são os mais otimistas, com uma Expectativa Líquida de Emprego de +37%, três pontos percentuais abaixo do último trimestre, mas dezesseis pontos acima do mesmo período em 2009. No quarto trimestre de 2010, empregadores do setor de Finanças/Seguro e Imobiliário apresentam a maior expectativa de criação de empregos no período.

Na comparação regional, empregadores do Rio de Janeiro e do Paraná estão entre os mais otimistas do país dentre os pesquisados, ambos com Expectativa Líquida de Emprego de +41%. Nos demais estados e na cidade de São Paulo, o ritmo de contratações permanece alto.
Empregadores de 28 dos 36 países pesquisados pretendem aumentar sua força de trabalho de outubro a dezembro. Na comparação com o terceiro trimestre, a expectativa melhorou em 13 países. As únicas expectativas negativas estão na Grécia (-10%), Itália (-9%), República Tcheca (-2%), Espanha e Irlanda (-1%). Nas Américas, os dez países pesquisados apresentam otimismo em relação a novas contratações. Os Estados Unidos aparecem em último lugar no continente, com um índice de 5%, número que está seis pontos acima na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Moradia:



Com 12 milhões de pessoas que passam a morar sozinhas a cada ano no mundo, o número de lares com um único morador (também chamados de unipessoais) já é o maior da história e tem crescido a um ritmo acelerado, impulsionado principalmente por países emergentes como o Brasil.Segundo dados da consultoria americana Euromonitor, mais de 270 milhões de pessoas, ou quase 4% dapopulação mundial, moravam sozinhas em 2011, um crescimento de 27,6% na comparação com 2006 e de 77% em relação a 1996.O fenômeno demográfico – já observado em economias consideradas mais avançadas, como a Suécia e Noruega, que lideram o ranking – tem sido verificado agora nas nações emergentes, mas a um ritmo muito mais rápido.Atualmente, os países em desenvolvimento respondem por quase metade do lares unipessoais, ou 130,7 milhões de pessoas, contra 107,5 milhões em 2006, um aumento de 21,6%.Os mesmos dados revelam que mais de 10% dos lares brasileiros já são habitados por um único ocupante, contra 25% na Rússia e 7% na China. Em 1996, segundo a Euromonitor, essa taxa era 8% no Brasil, 20% na Rússia e 6% na China.Segundo Eric Klinenberg, professor de sociologia da Universidade de Nova York, que analisou por quase uma década o impacto do crescimento dos domicílios unipessoais nos Estados Unidos e no mundo, vários fatores explicam o fenômeno, entre eles o aumento da expectativa de vida, o crescimento no número de divórcios e a emancipação precoce dos jovens."Entretanto, nada disso seria possível sem a independência financeira. Por isso, não surpreende que países com altas taxas de crescimento econômico, como o Brasil e a China, sejam aqueles onde a população vivendo sozinha têm aumentado a um ritmo superior aos demais", disse Klinenberg à BBC Brasil.O sociólogo, que usa o termo singletons para identificar quem mora sozinho, ressalva que nem sempre a riqueza de uma economia é sinônimo de mais pessoas vivendo só. "Países árabes, como a Arábia Saudita, por exemplo, não apresentam taxas semelhantes por razões culturais", disse.De maneira geral, entretanto, a prosperidade econômica explica o fenômeno. Prova disso foi que, com a crise nos Estados Unidos, caiu o número de pessoas morando sozinhas – jovens, em sua maioria, que, sem dinheiro, optaram por voltar para a casa dos pais, afirmou o sociólogo.

Educação:

Comecemos com um exemplo de um emergente que domina o mundo globalizado atualmente. A China incorporou 300 milhões de camponeses indigentes á sua força de trabalho e à sociedade de consumo. Investe pesadamente na educação e formação de sua mão de obra. Envia numerosos estudantes de pós-graduação para universidades no ocidente. Os países em industrialização estão cada vez mais automatizados e informatizados fazendo com que o crescimento econômico só absorva uma pequena parcela da massa sem educação adequada. Neste ponto damos o exemplo da Índia que é um país emergente, mas incapaz de superar as barreiras seculares, a cultura de castas, etc. e que poderão ser quebradas apenas com altos investimentos na educação desde a base. O empreendedorismo deve ser um objetivo em todo o sistema educacional do Brasil, um emergente que já possui um dos dois pontos importantes para o desenvolvimento, a estabilidade. Falta priorizar o planejamento a longo prazo com foco no empreendedorismo desde a educação de base. Formar cidadãos que continuem a elevar o Brasil entre os emergentes e não entre os submergidos como Coréia do Norte, entre outros. A educação e conseqüente profissionalização são essenciais para os países emergentes promoverem um desenvolvimento sustentável aproveitando o uso dos recursos naturais a caminho da escassez e buscando reverter os efeitos provocados pelos países que se dizem desenvolvidos. Um exemplo no Brasil é o investimento da Petrobras em mecanismos de relacionamento com centro de pesquisas e ensino para formar mão de obra altamente qualificada, pois a demanda dessa mão de obra num país em desenvolvimento é muito grande. Também há a necessidade de se evitar a fuga de talentos atrás de iniciativas inovadores, de reconhecimento.

Saúde:

Governos de países emergentes estão sendo impelidos a adotar medidas para combater o avanço da obesidade, que atingiu níveis alarmantes em economias em rápido crescimento nas últimas três décadas.
Dados inéditos da Organização Mundial de Saúde (OMS), obtidos com exclusividade pela BBC Brasil, confirmaram que, assim como o rápido crescimento do PIB (Produto Interno Bruno), o sobrepeso e a obesidade dispararam em países como China, Índia, África do Sul, Brasil e México.
*Epidemia de obesidade

A prevalência da obesidade aumentou em países emergentes de forma muito mais rápida que a renda, e mais rápida do que em países desenvolvidos, ao longo das três últimas décadas.
No caso de países emergentes, falou Tim Lobstein, a mudança mais importante é a assim chamada "transição da nutrição", de uma dieta com alimentos básicos para uma dieta modernisada, que consiste em alimentos de nível energético muito maior.
Na China, estima-se que 100 milhões de pessoas sejam obesas, comparado a 18 milhões em 2005.
No Brasil a obesidade cresce mais rapidamente entre as crianças. Cerca de 16% dos meninos e 12% das meninas com idades entre 5 e 9 anos são hoje obesas no país, quatro vezes mais do que há 20 anos.
*Economia da nutrição
"Isso significa menos frutas e verduras, ou menos alimentos básicos como arroz e grãos, e mais gorduras, e açúcar e óleo. Estes vêm particularmente sob a forma de fast-food, refrigerantes", disse ele.
A demanda por calorias acessíveis e produzidas em massa disparou em países emergentes, particularmente dentro das classes emergentes, que hoje podem gastar mais de sua renda em comida.
Mas o professor Subramanian afirmou que a obesidade é um fenômeno que afeta principalmente as classes mais privilegiadas em países de renda baixa e média, e até em economias emergentes.



Segurança:

Nos países em desenvolvimento existe segurança mas mesmo assim o nível de segurança é menor do que nos países desenvolvidos.• Nos países em desenvolvimento é muito comum existirem assaltos e agressões com ou sem armas.• Mais do que nos países desenvolvidos e mais do que é favorável.


Crescimento da economia mundial

(Ecomimias Emergentes)


Resumo :


Nos países emergentes, tudo relacionado a moradia, emprego, educação saúde e renda estão crescendo de mm jeito lento para acompanhar o desenvolvimento dos países centrais, mais comparado aos países perífericos, a qualidade é ótima.
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Países Periféricos

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CARACTERÍSTICAS DOS PAÍSES PERIFÉRICOS:

Passaram por um grande processo de exploração durante o período colonial. Colônia de Exploração; 
Baixo nível de industrialização, com exceção de alguns países como: Brasil, México, os Dragões de Exploração; Dependência econômica, política e cultural em relação às nações desenvolvidas; Deficiência tecnológica e baixo nível de conhecimento científico; Rede de transporte e meios de comunicação deficientes; Baixa produtividade na agricultura que geralmente emprega numerosa mão-de-obra; População Ativa empregada principalmente nos setores primários ou no setor terciário em atividades marginais (camelôs, trabalhadores sem carteira assinada etc). Exemplo: Brasil, Etiópia, Uruguai; Cidades com crescimento muito rápido e cercada por bairros pobres e miseráveis; Baixo nível de vida da maioria da população; Crescimento populacional elevado; Elevada taxa de natalidade e mortalidade infantil; Expectativa de vida baixa. 

Renda:

Nos paises subdesenvolvidos , há grande concentração de renda nacional em mãos de uma pequena parcela da população, enquanto nos desenvolvidos, a riqueza está mais bem distribuída. 
Há basicamente dois fatores que explicam a concentração de renda: O sistema tributário e a inflação. Esta, nunca repassada integralmente aos salários. Se os preços das mercadorias subirem sem que esse índice seja repassado aos salários, aumenta a taxa de lucro dos empresários e diminui o poder aquisitivo dos assalariados; com o constante processo de concentração de renda. 
O sistema tributário constitui o modo como são arrecadados os impostos _ que podem ser diretos ou indiretos em um país. É um poderoso mecanismo de distribuição de renda na forma de serviços públicos. 
O imposto direto é aquele que recai diretamente sobre a renda ou sobre a propriedade dos cidadãos. Pode ser cobrado de maneira progressiva e quem tem pouca posse paga menos ou fica isento. O governo pode distribuí-lo na forma de escolas ou hospitais, como financiamento da aquisição da casa própria, subsidiando setores econômicos geradores de empregos, saneamento básico entre outros. 
Os impostos indiretos, já estão incluídos nos preços das mercadorias. Pode ser considerado injusto quando assume proporções elevadas, já que é cobrado sempre o mesmo valor do consumidor, não importando a sua faixa de renda. É um imposto que pesa mais no bolso de quem ganha menos, pois não há possibilidade alguma de aplicar a progressividade na arrecadação e, portanto, distribuir a renda. 

Empregos:

Desemprego nos países subdesenvolvidos são caracteristicos o Desemprego estrutural, ligado às particularidades intrínsecas de sua economia. Explica-se pelo excesso de mão-de-obra empregada na agricultura e atividades correlatas e pela insuficiência dos equipamentos de base que levariam à criação cumulativa de emprego.


Saúde: 



os problemas de saúde são decorrentes da falta de uma boa alimentação, moradias sem condições sanitárias e falta de comprometimento do poder público na implantação de medidas necessárias para amenizar os problemas dessa ordem. Os problemas sociais (alimentação, moradia, distribuição de renda, escolaridade) levam a mortalidade infantil e compromete a elevação na expectativa ou esperança de vida da população, principalmente dos excluídos. 


moradia: 

Boa parte da população dos países subdesenvolvidos habitam em residências que se encontram em lugares marginalizados desprovidos de infra-estrutura de serviços básicos (pavimentação, esgoto, água tratada entre outros) e geralmente as casas ou barracos são extremamente precárias e às vezes sub-humanas. Em diversos países a marginalização desses bairros e da cidade foi acrescido pelo intenso fluxo de pessoas que migraram do campo para as cidades, no qual esse processo é denominado de êxodo rural. Com o intenso fluxo os centros urbanos não conseguiram absorver o contingente de pessoas, além disso, o mercado de trabalho não ofereceu colocação para todos e às vezes essas pessoas não tinham qualificação o que agravava ainda mais os problemas. 


Educação:

 o índice de escolaridade é um fator que está diretamente ligado à falta de recursos financeiros que é comum a grande maioria da população. A baixa escolaridade da população nos países subdesenvolvidos é proveniente, muitas vezes, de situações em que crianças se encontram em idade escolar são obrigadas a integrar o mercado de trabalho, quase sempre informal, para contribuir na renda familiar, isso momentaneamente é positivo para a família, mas posteriormente esses indivíduos serão trabalhadores adultos com baixa qualificação e encontrarão dificuldades para se colocar no mercado de trabalho. Resultado disso, esses trabalhadores vão trabalhar em empregos que exigem pouca qualificação e que oferecem baixos salários. 

Resumo :


Nos Países Periféricos, tudo relacionado a moradia, emprego, educação saúde e renda estão horriveis e precisando urgente de melhoras para poder se tornar um país emergente.


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