Países Centrais

Características:
-Dominação econômica;
-Apresentam estrutura industrial completa, produzem todos os tipos de bens;
-Agropecuária moderna e intensiva, emprego de máquinas e mão-de-obra especializada.
-Desenvolvimento científico e tecnológico elevado;
-Modernos e eficientes meios de transporte e comunicação;
-População urbana é maior que a população rural, são urbanizados. Exemplo: Inglaterra, EUA, Alemanha, etc.
-População Ativa empregada, em principalmente, nos setores secundário e terciário. Exemplo: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha;
-Pequeno número de analfabetos;
-Elevado nível de vida da população;
-Boas condições de alimentação, habitação e saneamento básico;
-Reduzido crescimento populacional;
-Baixa taxa de natalidade e mortalidade infantil;
-Elevada expectativa de vida.
-Apresentam estrutura industrial completa, produzem todos os tipos de bens;
-Agropecuária moderna e intensiva, emprego de máquinas e mão-de-obra especializada.
-Desenvolvimento científico e tecnológico elevado;
-Modernos e eficientes meios de transporte e comunicação;
-População urbana é maior que a população rural, são urbanizados. Exemplo: Inglaterra, EUA, Alemanha, etc.
-População Ativa empregada, em principalmente, nos setores secundário e terciário. Exemplo: Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha;
-Pequeno número de analfabetos;
-Elevado nível de vida da população;
-Boas condições de alimentação, habitação e saneamento básico;
-Reduzido crescimento populacional;
-Baixa taxa de natalidade e mortalidade infantil;
-Elevada expectativa de vida.
Renda:
Os países desenvolvidos têm um crescimento da renda per capita que vai acompanhado de transformações no funcionamento do sistema econômico e, ao mesmo tempo, são observadas mudanças sociais, políticas e culturais que modificam ampliamente a estrutura social deste ou daquele país.
Até pouco tempo, o desenvolvimento estava vinculado somente ao crescimento econômico em termos de aumento do PIB (produto Interno Bruto) de um país, que, aliás, nos países desenvolvidos ultrapassa os 10.000 dólares/ano. Portanto supunha-se que todo o esforço deveria ser feito neste sentido. Verificou-se, porém, que a relação entre o aumento do PIB e a melhoria da qualidade de vida das pessoas não era verdadeiro em muitos casos.
Empregos:
Hoje é possível dizer com segurança que o efeito da enorme quantia de 24 bilhões de dólares injetados pelos governos em bancos do mundo todo para salvar o sistema financeiro de um contundente “crack” acabou.
O dinheiro público dado pelos bancos e corporações no começo da primeira onda da crise, impulsionados pelos produtores através de injeções, especialmente no setor automobilístico, obteve como resultado uma recuperação temporária da produção. No entanto, hoje vemos que a mesma história se repete: novamente o pânico se espalha entre o setor financeiro e, outra vez, a indústria automobilística ocupa um lugar central na crise de produção.
Nos Estados Unidos, a produção industrial, em julho, caiu pelo segundo mês consecutivo. Nas grandes economias europeias, viu-se uma forte contração da produção industrial: na França (de -0,1% em junho em comparação com maio e de -2,6% em comparação com junho do ano passado), na Itália (de -1,4% e de -8,2%), na Grã-Bretanha (de -2,5% e de – 4,3%) e mesmo na Alemanha (-0,9% e -0,3%).
A queda ou forte desaceleração do crescimento já aparecera antes do que nos “estados de bem-estar”: houve uma queda da produção industrial no Brasil; e no que diz respeito à desaceleração na China, o que se discute é o seu “pouso forçado”, ou seja, o país asiático cairá lentamente ou de um só golpe? A queda nas exportações e importações é um indicador do agravamento da situação e os que melhor sentem isso são a Alemanha e a China.
O ciclo de recuperação temporária da produção acabou. A injeção de dinheiro público na maquinaria capitalista foi em vão, o motor do capital foi, mais uma vez, interrompido. Tem-se uma situação de crise semelhante a da primeira onda, mas aprofundada pelas medidas de austeridade que minam as demandas de consumo e funciona como um clássico ciclo vicioso de crises econômicas. Hoje existem dívidas onde antes havia dinheiro público. Este novo período se tornou um indicador crítico para as empresas líderes da economia europeia. Agora se diz o mesmo que se dizia sobre a Espanha, mas dessa vez sobre a França e até da Alemanha.
Moradia:
Os fatores atrativos da urbanização, em países desenvolvidos, estão ligados basicamente ao processo de industrialização em sentido amplo, ou seja, às transformações provocadas na cidade pela indústria, notadamente quanto à geração de oportunidades de empregos, seja no setor secundário, seja no setor terciário, com salários em geral mais altos. Essas condições surgiram primeiramente nos países de industrialização antiga, os países desenvolvidos. Nesses países, além das transformações urbanas, houve, como consequência da Revolução Industrial, também uma revolução agrícola, ou seja, uma modernização da agropecuária que, ao longo da história, foi possibilitando a transferência de pessoas do campo para a cidade, principalmente como resultado da mecanização da agricultura.
A urbanização que ocorreu nos países desenvolvidos foi gradativa. As cidades foram se estruturando lentamente para absorver os migrantes, havendo melhorias na infra-estrutura urbana – moradia, água, esgoto, luz, etc. – e aumento de geração de empregos. Assim, os problemas urbanos não se multiplicaram tanto como nos países subdesenvolvidos. Além disso, pelo fato de gradativamente haver um aumento nos fluxos de mercadorias e pessoas, o processo de industrialização foi também se descentralizando geograficamente. Como resultado, há nos países desenvolvidos uma densa e articulada rede de cidades.
Educação:
Nos países desenvolvidos as pessoas são mais "intelectualmente" preparadas, estudam mais o que leva a terem cuidados maiores com sua própria saúde, diminuindo o risco de contrairem doenças e aumentando a expectativa de vida.
Saúde:
Os Estados Unidos não têm um sistema público de cobertura universal na área da saúde. Existem alguns programas financiados pelo governo, como o Medicare, destinado à pessoas com mais de 65 anos, ou o Medicaid, para pessoas de baixa renda.
Veteranos das forças armadas também estão cobertos por um programa do governo, assim como crianças de famílias pobres que não se enquadram nas exigências do Medicaid.
Todas as pessoas que residem no Japão devem, obrigatoriamente, inscrever-se em um dos Seguros Públicos de Saúde. Estes sistemas baseiam-se no princípio de cooperação mútua, em que todos os segurados contribuem regularmente com taxas, utilizando o Seguro de Saúde quando necessário.
Há 2 tipos de Seguro Público de Saúde: O Seguro Social, intermediado pelas empresas, e o Seguro Nacional de Saúde, administrado pelos municípios.
Na ocasião em que o segurado necessitar dos serviços de saúde, ele arca com 30% das despesas médico-odontológicas. O Seguro Nacional de Saúde banca o restante.
NHS (National Health Service) é o sistema de saúde público na Inglaterra, o equivalente ao SUS do Brasil. Atende a 1 milhão de pacientes a cada 36 horas e é considerado a maior estrutura de saúde pública do mundo.
Devido ao seu tamanho gigantesco e complexidade, a qualidade dos serviços prestados poderá variar dependendo da região onde se mora. Como todo sistema público, o NHS também é alvo de críticas, mas as pesquisas mostram que a maioria da população inglesa se diz satisfeitas com o atendimento recebido.
Mesmo não sendo modelo de Sistema de Saúde, são bem aceitos pela população, onde ninguém fica sem atendimento, e qualquer pessoa, incluindo aí imigrantes em situação irregular, tem direito ao atendimento de emergência gratuito caso sofram um acidente ou estejam passando mal.
Segurança:
Em países desenvolvidos…• Nos países desenvolvidos o nível de segurança é grande!• Mas a cada ano que passa o nível de segurança vai diminuindo cada vez mais!• E existem mais crimes...
Participação (%) do patrimônio dos fundos de investimento no PIB